Archive for dezembro \22\UTC 2008

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once

dezembro 22, 2008

Já tinha ouvido falar, mas demorei a assistir. “Once”, traduzido como “Apenas uma vez” em português, correspondeu a todas as minhas expectativas. A história de um homem desiludido com o amor que toca violão nas ruas de Dublin possui elementos muito mais interessantes do que se possa imaginar. Além de ser um recorte de vida real e de relações possíveis, o filme fala de amizade, companheirismo e amor de forma silenciosa e poética. Os sentimentos contidos e as palavras não ditas constróem uma belissima história.

A trilha sonora é também um  ponto alto do filme. Além de linda, conduz todo o enredo e comanda algumas cenas. Desde sábado de madrugada, não me canso de ouvir “Falling Slowly”, tema principal do longa, vencedor do Oscar 2008 de Melhor Canção Original.

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twittei

dezembro 17, 2008

depois do post abaixo, decidi me render ao novo vício dos meus amigos. aqui.

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em tempo

dezembro 17, 2008

apenas 40% de mim está em meu corpo esta manhã.

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supersonic angel

dezembro 17, 2008

Se eu fosse uma super heroína, seria esta moça aí. Até não precisava ter superpoderes, desde que tivesse esse corpinho.

myhero

O link foi enviado por um amigo e eu adorei perder tempo com isso. :p

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ai, cansativo

dezembro 11, 2008

Hoje fui a um evento de manhã, e um dos painéis tratava da questão da comunicação como uma ferramenta positiva para as estratégias das empresas. Este é um assunto que me interessa, afinal, faz parte do meu trabalho.

Uma das debatedoras fez uma apresentação rápida em Power Point (zzzzzzzzzzz). Em linhas gerais, ela ‘ensinava’ as empresas a se comunicarem com a imprensa. Bom seria se algo do que ela tenha dito fosse produtivo. Não quero com isso dizer ou insinuar que eu sei tudo sobre o assunto, porque também não é verdade. Só que entendam o meu ponto: ela utilizou umas 15 lâminas para dizer que ‘comunicação não é o que se diz, mas o que se entende’. Sei que o conceito é verdadeiro, mas isso aprendi lá no início da minha faculdade. E imagino que os gestores de comunicação das empresas que estavam presentes ali também estivessem carecas (hohohohoho) de saber disso. Enfim. Tentei abstrair, pois a maior parte do público que estava ali não era de comunicadores (e, talvez, para eles, o beabá nosso seja novidade).

De qualquer maneira, a impressão geral que fiquei da coisa toda é que é meio ‘over’ uma jornalista que nunca atuou ao lado da empresa – sempre foi da imprensa, sendo a maior parte da carreira em veículo segmentado e não de massa – proferir verdades absolutas sobre uma coisa que ela não conhece tão a fundo quanto acha que conhece. E mais do que isso, não sabe escrever corretamente – ou pelo menos, revisar corretamente. Porque, por favor, SÍNICO com ‘s’ e ‘daqui HÁ 10 anos’é demais para os meus olhinhos japas.

E agora, minha cabeça dói.