Archive for novembro \25\UTC 2008

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fashion

novembro 25, 2008

elisa passava creme após o banho e perguntou ao márcio se ele também queria. antes de começar a passar, lembrou que era melhor avisar:”tem brilho”.

ele mudou, então, de idéia.

– por quê?, perguntou ela.
– porque tem brilho.
– e menino não gosta de brilho?
– depende. podem até ter uns que gostam, mas eu não.
– ah, é mesmo. os que gostam são aqueles que são fashion’ né?

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abobadinha da estrela

novembro 23, 2008

mostrei meu lado ‘abobadinha da estrela’ no em busca do phino e espalhei purpurina na phinesse. contribuição deste domingo aqui.

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desde pequena concorrendo ao troféu bocabertice de vestimenta bizarra

novembro 21, 2008

– aos 7 anos, usei um colete floreado (a la ugly betty) da minha avó japonesa, que era de seu habitual uso uns 20 anos antes, para ir ao clube. não bastasse ser em cores vivíssimas da silva, ele tinha botões brancos enormes e pontudos. eu achei lindo na hora, mas meu irmão quase morreu de vergonha quando me viu. e minha mãe me fez tirar quando saímos pra jantar aquela noite. nunca me esqueço da minha colega de ginástica avaliando a peça de roupa: “é diferente, né?”. este causo não vale como bocabertice, mas introduz o assunto.

– uma vez, fui a um evento com um cliente com a blusa do avesso. minha intenção foi boa, mas não deu certo. a blusa era branca e, no almoço daquele dia na casa da minha sogra, o cardápio era espaguete a bolonhesa. pensei: vou tirar a blusa pra não ficar toda respingada. e o fiz, mas na hora de colocá-la de novo, não lembrei de desvira-la. bem, depois do almoço, fui pra uma reunião, evento de premiação e jantar. cheguei em casa à meia-noite e só aí me dei conta. tem até fotos.

– esta semana, fui levar a elisa na escola com um prendedor de roupa grudado na manga do meu casaco. e o pior é que não foi porque eu não vi. na verdade, eu mesmo o coloquei ali. ao deixar a baixinha, a professora me disse: ‘ai, que bonito esse teu acessório!’. foi quando me dei conta que eu tinha saído com ele. o que aconteceu, na verdade, é que eu encontrei o prendedor grudado na minha toalha de banho que levei pro clube. coloquei-o dentro da minha mochila e esqueci. esta semana, enquanto arrumava as coisas para malhar, encontrei-o perdido e, pra não esquecer de devolvê-lo na lavanderia, grudei-o na manga do meu casaco.

– ainda esta semana, repeti a dose da blusa do avesso. ao sair da minha sessão semanal de massagem, me vesti e me dirigi a um restaurante para almoçar. até notei que a moça da mesa ao lado não parava de me olhar, mas não dei um conferes no visual pra saber se o problema era comigo. só fiquei sabendo quando voltei ao escritório e fui avisada.

sozinha, eu dificilmente me dou conta.

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velha infância

novembro 17, 2008

me inspirei com essa coisa de 20 anos atrás.

quando eu era pequena, assim que terminavam as aulas no colégio, a minha mãe despachava eu e o meu irmão para a casa da minha vó em joinville. a gente ficava os dois meses de férias lá, e a nossa única preocupação era brincar. ocupar o nosso tempo com coisas divertidas. os meus tios eram, em sua maioria, solteiros, e estavam sempre por perto. eles brincavam o tempo todo com a gente.

os almofadões da sala muitas vezes serviram de balanço, a ruazinha sem saída ao lado da casa foi palco de uma festa junina e do nosso teatro amador, a casa da vó serviu de locação para uma sessão de fotos infantis com as roupas que sobraram da contra-capa (butique que uma das minhas tias tinha aberto no primeiro shopping da cidade, mas fechou quando decidiu juntar a grana e ir embora pra itália). até um ‘parque de diversões’ a gente montou no terreno ao lado, na época em que ainda era só um terreno. e na páscoa, quando a gente ia pra lá, pintávamos  as cascas de ovo, enchíamos de bala e no domingo saíamos atrás dos ninhos pela casa.

quando eu era pequena, a gente brincava no quintal da vó, tia tecla e tia ina; na piscina de plástico da pati (onde eu botei os patinhos pra nadar) e na ‘karla e kátia’. e quando a gente saía pra passear, era na rua da ‘bananeiras’ ou nas americanas. bons tempos aqueles.

esse dias de infância não voltam mais, mas a alegria de chegar em joinville é sempre a mesma. os tios estão todos casados ou com filhos, a casa da vó já não tem mais o mesmo quintal, tampouco os almofadões na sala, mas a alegria e a diversão melhoram a cada ano.

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na minha época…

novembro 14, 2008

esses dias, no orkut, encontrei uns amigos que eram antigos vizinhos do meu prédio em sampa. eles eram os melhores amigos do meu irmão e viviam lá em casa. aí, numa troca de e-mails, um deles escreveu:

“Que surpresa boa você ter me contatado! Como é que você está? Espero que esteja bem e feliz. A última vez em que nos falamos, você provavelmente tinha… sei lá… uns 8 anos (?). Caramba, faz quase 20!”

é nessas horas que a gente se dá conta que a idade tá chegando. porque quando consegue lembrar bem de algo que aconteceu há 20 anos, é porque já dá pra dizer “na minha época…”.

ééééééé…

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passatempo

novembro 14, 2008

uma amiga mandou o link deste site e eu achei divertido. é uma bobagem, pra perder tempo mesmo. tu pensa em um personagem, real ou não, e ele vai te fazendo várias perguntas. com base nas tuas respostas, ele vai formando uma idéia. acertou o supla, por exemplo (achei o máximo!), mas errou o stefano accorsi e passou longe do zeca baleiro. :)

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cineminha

novembro 13, 2008

Ontem fui ver o “007 Quantum of Solace”, mas saí do cinema achando meia boca. Não que seja ruim, mas é que, comparado ao “Cassino Royale”, perde toda a graça. Essa seqüência, além de ser extremamente dependente do filme anterior, não tem uma trama tão aprofundada e nem os personagens tão bem trabalhados. Daniel Craig, porém, continua um arraso (na minha humilde opinião, claro).

Em tempo: vi nos trailers que deve estrear em breve o filme “Seven Pounds” (Sete Vidas), do Gabriele Muccino, com Will Smith. A mesma dobradinha de “À Procura da Felicidade”. Ansiosa pra ver. Adoro o diretor italiano.