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casanova fajuto

fevereiro 3, 2009

Pois eu vou contar uma história pra vocês, meus três leitores. Conheço uma pessoa que tem mais ex-namoradas do que anos de vida. Os amigos dizem que ele não termina, e sim “entra em concordata”. Conhecendo-o há tantos anos, sou obrigada a pactuar com a teoria, embora hoje em dia ele esteja muito bem resolvido, apaixonado e dividindo o lar e a vida com sua atual namorada.

Como é de se imaginar, alguém que coleciona tantos relacionamentos ao longo da vida, certamente tem boas histórias pra contar. Por exemplo, o primeiro namoro, aos 7 anos, terminou porque ele mudou de colégio. E também porque ele era muito ético: na escola nova tinha uma coleguinha que queria namorar com ele. E ele, como bom rapaz que sempre foi, antes de embarcar em uma nova aventura, ligou pra casa da namorada e terminou tudo. Por telefone. Com a mãe dela, claro, porque ela não estava em casa na hora.

E dali pra frente foi assim, emendando um namoro no outro, aumentando a lista de histórias bizarras. Apareceu de tudo: a antipática, a tagarela, a querida, a invocada, a muda, a fútil, a louca… e sempre proporcionando momentos engraçados, que valem a pena serem contados depois. Por exemplo, uma das ex, depois de terminado o namoro, resolveu casar com um ex-vizinho dele de infância, que ela conheceu pela internet. Na formatura dele, quando ele começava um novo relacionamento e tinha acabado de apresentar a nova namorada (que hoje já é ex há um bom tempo), uma ex apareceu na festa e fez um escândalo. Sem contar que na festa tinha outras duas ex-namoradas além daquela, ambas acompanhadas pelos seus atuais respectivos.

Aí que recentemente, se soube que duas ex-namoradas dele já tinham tido bebês. E duas outras estavam grávidas. De meninos. Programados para nascerem mais ou menos na mesma data. Elas se conheciam, sabiam do passado uma da outra, mas nunca tinham se falado. Até o nascimento de seus filhotes. Não bastasse terem nascido no mesmo dia, ainda dividiram a mesma sala de parto. E conversaram, obviamente, para comentarem como aquilo era surreal. Assim como a visita dos familiares dele, que mantinham contato e relacionamento próximo com apenas uma das novas mamães, e nenhum com a outra. Aí, chegaram pra ver uma e acabaram vendo duas. Pelo menos, tranquilizou-se a ex-possível-vovó,  que nenhum dos bebês das ex foram batizados com o nome de seu filhinho.

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10 comentários

  1. Nossa, Lella… surreal mesmo essa história. Quase igual a de uma amiga que descobriu que estava grávida aos seis meses!!! hehehe… eu sou uma das três leitoras?? abração, querida!


  2. Certo que sim! tu é fiel leitora. sempre dá as caras e comenta por aqui. adoro! :)

    beijocas


  3. Eu também leio! Mas venho de tempos em tempos e aí costumo ler em blocos. Por isso que quase nunca comento _ fico com medo de o meu comentário ficar perdido lá no meio de um post antigo, tadinho!
    Beijo, japa!


  4. Que coisa né?! Eu sempre leio… nunca comento. Mas esse post eu senti vontade de comentar… Eu conheço essa pessoa!! HAHAHAHAAHAHA

    beijoks!


  5. eu nunca leio e sempre comento. :P


  6. o mundo é uma ervilha. eu sempre digo!


  7. ah, esqueci. pelo menos tu tem 3 leitores. e eu que não tenho nenhum??


  8. Nequitas – te joga nos comentários, pois eu sou sempre atualizada por e-mail quando eles são feitos. adôuro.

    Tata – sim, é o próprio! hihihihi.

    Dinho – sei que tu só gosta de comentar minhas críticas de cinema, não te faz. ;)

    Miu – tem um, sim: eu!


  9. eu leio sempre e comento quase nunca. vamos mudar isso.


  10. isso, dani! :)

    gentem, adorei receber tantos comentários nos últimos dias. até me inspirei em escrever mais! :)

    beijos



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