h1

corujando

novembro 12, 2008

eu sou o tipo de amiga coruja. eu adoro ficar falando pros outros dos meus amigos. como são bons, como são legais, inteligentes, divertidos, leais, etc, etc, etc. falo muito. e eu já falei desse meu amigo aqui várias vezes. talvez não aqui, mas . e tenho o hábito de falar muito dele, normalmente. e de falar com ele também. todos os dias. e nos dias em que ele não está disponível, sinto falta e reclamo. porque ele é, com certeza, um dos amigos mais legais de todo o universo. e, disparado, a melhor pedida pra um bate-papo. e olha que tem muita gente pra concordar.

e como era de se imaginar, eu estou muito orgulhosa dele. muito, muito, muito. porque além de ele ser tudo que eu disse acima, ele é também muito talentoso. e para comprovar o que estou dizendo, ele, Estevão Azevedo, está lançando o seu primeiro romance, “Nunca o nome do menino”. O evento vai ser no dia 18 de novembro, a partir das 19h30, no restaurante São Benedito (Praça Benedito Calixto 78, Pinheiros, São Paulo). Eu não poderei estar presente para prestigiar o momento, por isso intimo todos os meus outros amigos legais que moram em sampa a fazerem isso por mim.

Mais informações abaixo ou aqui.

Nunca o nome do menino
De Estevão Azevedo

401

“Autor, personagem e leitor. Dessa tríade, os autores provavelmente reconheceriam o desejo que tem o homem de identificar-se com suas criações, de ser o mundo sem cessar de ser ele mesmo.

Os leitores – cúmplices dos autores durante o ato criativo de preencher os espaços em branco entre as palavras – poderiam também gozar a possibilidade de viver outras vidas, as dos personagens, prodígio de que a literatura os torna capazes. Mas e os personagens de um romance de amor e drama, de um romance policial, de qualquer volume nascido para nos levar às lágrimas, às risadas ou à reflexão? Aceitariam eles passivamente a missão que lhes foi outorgada, a de sofrerem e serem felizes em benefício da literatura?

São os labirintos dessa questão que a narrativa de Nunca o nome do menino percorre. Entrelaçando-se, dois tempos distantes na vida da personagem principal nos são narrados, duas linhas que se estendem da primeira à última página como serpentes ávidas por devorar o próprio rabo e criar uma narrativa de vertigem, repleta de espelhamentos, ciclos e sentimentos. Uma mulher nos relata os dias de sua vida que se seguiriam ao momento em que sedescobre personagem de uma fi cção que não aprecia e cujo autor despreza. Ela nos conta, ainda, os fatos de sua vida passada – o amor de um menino, o convívio com o próprio corpo em transformação, a relação com os pais – que a conduziriam a tal descoberta. O que fazer diante de tão angustiante possibilidade?”

Anúncios

One comment

  1. Lella! Só uma amigona para exagerar tanto na descrição de alguém só para ajudá-lo a divulgar seu livro. ;-) Obrigado e um beijão!



Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: